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segunda-feira, 19 de março de 2018

Comunicado





Comunicado Nº2_CT 2018


Sistema de avaliação e desempenho (SAD), um sistema ferido na sua credibilidade.
1. Terminado o processo anual do Sistema de Avaliação e Desempenho (SAD) 2017, impõe-se registar o descontentamento generalizado dos Trabalhadores da ANA.

O SAD, por definição, é um instrumento de promoção de desenvolvimento do capital humano, que promova uma cultura de mérito, mas também identifique lacunas e para estas, as formas, os meios e os programas para as corrigir. Ações a desenvolver, sempre em prol do interesse de ambas as partes, a Empresa e os Trabalhadores. O SAD a vigorar na Empresa é da exclusiva competência e responsabilidade da Administração, mas, no plano dos princípios terá sempre que se pautar por valores e por regras nos quais todos os Trabalhadores se revejam.
Este ano, durante o exercício anual do SAD, a Comissão Executiva, impôs novas regras, materializada pela DRH, cujos resultados individuais globais de cada avaliação, ficaram desde logo condicionados, distorcendo assim, o que fora previamente acordado com os Trabalhadores nas suas fichas de avaliação. Calibrar (manuseamento dos resultados de avaliação) centralmente, em vez de tornar o SAD mais equitativo e justo entre pares, o que conseguiu foi enviesar os resultados finais.
Não se compreende, que de um momento para o outro, um conjunto vastíssimo de Trabalhadores que cumpriam as expectativas, ou mesmo as excediam, passem agora de forma administrativa, por força da calibração a ter uma avaliação num patamar inferior.
Afigura-se-nos então, que a dita calibração procurou exclusivamente degradar as notas de avaliação forçando a um aumento artificial, do número de Trabalhadores com nota inferior à nota inicialmente atribuída.
2. O MÉRITO DO ACIONISTA na maximização dos lucros da Empresa, nos últimos 5 anos, deveria ser partilhado com quem permitiu a sua realização por via do seu esforço, empenho e dedicação: os Trabalhadores. De facto, a procura constante por fazer mais e melhor aliada ao reconhecimento através da recompensa, tem como pretenso resultado de gestão o aumento da produtividade, mas também recompensar todos aqueles que trabalham na ANA Aeroportos, que contribuem para uma mais e melhor empresa, não se verifica no SEU todo.
Se os resultados económicos positivos relevantes têm uma transposição em prémios para as posições hierárquicas superiores, também é lógico que essas chefias liderem equipas com bons Trabalhadores, contudo não é isso que se constata; boas chefias com prémios, com equipas constituídas por Trabalhadores com avaliações sofríveis. Situação incompreensível Trabalhadores da Empresa.
O reconhecimento do mérito dos seus RH, é intrinsecamente um fator de motivação e como tal deveria ser tratado de forma alinhada com o aumento de resultados da empresa e ser assim instrumento de reforço da competitividade da organização.
A redução de "custos" a "qualquer preço" tem um impacte social e de produtividade, leia-se desmotivação, que individualmente pode ter no curto prazo menores consequências e assim passar despercebido, mas que coletivamente e a prazo é desastroso, insustentável e inaceitável, para o universo laboral da ANA.
Informamos os Trabalhadores que a CT entregou à Comissão Executiva ofício onde se manifesta o descontentamento geral dos trabalhadores da Empresa, sintetizada aqui neste Comunicado, estando o mesmo disponível, para consulta no http://ctrabalhadoresana.blogspot.com/.



A Comissão de Trabalhadores 13 julho 2018




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Comunicado Nº1_CT 2018

Tabela Salarial ANA

Uma história tantos anos adiada!

 

Ao longo da sua existência a Ana sempre fechou os seus exercícios de forma positiva e distribuiu dividendos ao acionista, Estado. Porquanto, a ANAsempre foi uma Empresa de Sucesso.

Na sua história mais recente, período pós-privatização, a ANA continua a registar, sucessivamente, resultados ainda mais positivos.

Reportando-nos aos 3 últimos anos, exercícios altamente positivos, concluímos que, sendo motivadores para o acionista, como publicamente reconhecido, o deverão também ser para todos aqueles que com a empresa estão envolvidos, nomeadamente, os seus Trabalhadores.

O sustentado aumento de tráfego, refletido no aumento de 61,70% de passageiros nos Aeroportos Nacionais, devidamente acompanhado pelos negócios não aviação, tornou possíveis resultados líquidos de 168 Milhões de Euros no ano de 2016. Cremos que, o ano 2017 não será exceção, expectando-se fechar o exercício muito acima deste valor.

 


 

 

Em contrapartida, de 2013 a 2017, a ANA S.A, no somatório de todos os seus Aeroportos, reduziu o seu efetivo em cerca de uma centena de Trabalhadores. Pelo que, os resultados atrás mencionados, só foram possíveis graças ao elevadíssimo empenho, dedicação e profissionalismo de todos os Trabalhadores do universo ANA, sem exceção. Realidade para a qual a CT tem chamado a devida atenção junto das Administrações ANA, S.A. 

A confirmarem-se as notícias, relativas à negociação no que aos aumentos salariais diz respeito, informações que vamos colhendo através dos Sindicatos envolvidos nas negociações, só podemos concluir que o mérito que nos cabe, nos resultados obtidos, não está a ser reconhecido pela Empresa.

Ao contrário, julgamos atentatória da dignidade profissional de todos, porquanto, incapaz de fazer justiça às práticas da ANA, SA, em matéria de politica remuneratória dos seus Trabalhadores.

Acreditamos que, ainda, será possível salvaguardar os princípios e os valores nos quais os Trabalhadores sempre se reviram.

A Comissão de Trabalhadores está solidária com a inquietação auscultada no seio da Empresa. Pois, empresas relativamente próximas, ainda que, não possam reclamar para si o mesmo sucesso económico que a ANA, S.A., nem se integrem em grupos de dimensão Mundial, como a VINCI, têm-se mostrado mais envolvidas e porquanto, mais reconhecedoras do empenho dos seus Trabalhadores.

No âmbito das suas atribuições, continuará esta CT a acompanhar de perto todo o processo. Para tanto, solidarizamo-nos com os Sindicatos, num esforço de ver reconhecido o mérito, o empenho e o profissionalismo de todos os Trabalhadores da ANA refletidos numa atualização salarial que faça justiça à sua real contribuição, nos resultados alcançados pela empresa.

 

 

Continuamos a acompanhar este processo

 

A Comissão de Trabalhadores

16/03/2018

 

 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017



Informação Nº4_CT 2017

Projeto “Cêntimos Restantes”

 

Na sequência da informação Nº3_CT 2017, e de acordo com o regulamento do projeto em assunto, informámos o coletivo de aderentes sobre a sinalização de mais uma situação elegível e mobilizadora do nosso empenho e solidariedade e, portanto, enquadrável no Projeto “Cêntimos Restantes”. Assim, após cumpridos todos os passos do citado regulamento, foi efetuada uma entrega de 2500€, via transferência bancária para a conta da Vanessa da Conceição Agostinho, que sofre de Paralisia Cerebral com Tetraplegia Espástica, e tem uma incapacidade com grau de deficiência de 88%.

Para a eventualidade de algum trabalhador aderente ou não aderente, pretender efetuar mais algum donativo extraordinário à Vanessa o IBAN da conta para onde foi feita a transferência é:

PT 50 003502340000285730098

A gestão do projeto pretende-se clara e transparente, pelo que em anexo a esta informação segue o comprovativo da transferência efetuada. Mais se reforça, que todos os aderentes têm em qualquer altura acesso a toda a documentação referente ao projeto, incluindo a bancária. 

Toda a informação já divulgada incluindo o Regulamento Cêntimos Restantes pode ser consultado em:


Se por casualidade ainda não és aderente, em anexo segue igualmente o formulário de adesão, certamente que a Vanessa, a Mariana e todas as situações que no futuro consigamos a ajudar agradecem.

Se para nós alguns Cêntimos não fazem certamente diferença, para as famílias que pelas circunstâncias se enquadram no âmbito do projeto, significa certamente MUITO.

 
Participa e colabora sinalizando as situações que julgues elegíveis de ajuda!

 

A Comissão de Trabalhadores

21/11/2017

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Informação 3 CT Cêntimos Restantes

Informação Nº3_CT 2017
Projeto “Cêntimos Restantes”

De acordo com regulamento projeto cêntimos restantes, nomeadamente o artigo 4º do mesmo, informamos ter sido sinalizada uma situação que se insere no âmbito do “Projeto Cêntimos Restantes”. A CT por unanimidade aprovou o apoio ao caso agora sinalizado e disso deu nota na última reunião com o Presidente do Conselho Executivo ANA Eng.º Carlos Lacerda.

Este caso afeta a sobrinha da nossa colega Ana Pires e do colega Sérgio Pires do Aeroporto de Faro.
Assim sendo, a CT transcreve a exposição enviada à CT pela colega Ana Paula Pires:

“A Vanessa da Conceição Agostinho, tem 25 anos, sofre de Paralisia Cerebral com Tetraplegia Espástica, e tem uma incapacidade com grau de deficiência de 88%.
A Vanessa movimenta-se em cadeira de rodas e depende totalmente da mãe Carla Chagas da Conceição para as necessidades básicas do dia a dia.
Apenas as duas fazem parte do agregado familiar, uma vez que a Carla é divorciada e não tem qualquer apoio, nem ajuda financeira por parte do pai da Vanessa (o mesmo reside no estrangeiro).
O único apoio familiar que tinha era da avó materna da Vanessa, que tem neste momento 80 anos e já não tem condições físicas para apoiar a mesma, pelo que a Carla se encontra neste momento na situação de Assistência à Família a Filho com Deficiência e recebe um Subsídio da Segurança Social de um pouco mais de 400,00 €, mensais.
As duas vivem com este subsídio e com a pensão de invalidez da Vanessa, pelo que é muito complicado fazer face a todas as despesas que a doença da Vanessa acarreta.
A Vanessa e a Carla residem em Altura – Castro Marim, na Urbanização das Laranjeiras, Lote 2 – R/C Dtº - 8950-414 Altura (habitação social).”

O apoio do “Projeto Cêntimos Restantes” será efetivamente operacionalizado após 15 dias desta comunicação aos Trabalhadores.

O Projeto Cêntimos Restantes só faz sentido com a participação de Todos NÓS.
Solicitamos a todos os aderentes ao identificarem algum caso que se enquadre no âmbito do Projeto, nos façam chegar POR FAVORINFORMAÇÃO, a sinalizar o mesmo.

A Comissão de Trabalhadores

26/09/2017

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Comunicado 1_2017


Comunicado 1_2017

Seguro de Saúde

 No mundo empresarial moderno, certos custos não são, nem podem ser encarados pelas empresas como “deseconomia”, antes pelo contrário, são investimentos que geram retornos incalculáveis para as empresas e, por isso, são entendidos como essenciais em qualquer corporação. Entre outros falamos obviamente do Seguro de Saúde.

O plano de Saúde na ANA, faz parte e está solidamente integrado e enraizado naquilo que orgulhosamente apelidamos de “Cultura ANA”. Desde sempre serviu e proporcionou à Empresa, pelo que representa uma forma privilegiada e quiçá única, de fidelização e motivaçãodos Trabalhadores. Permitindo uma melhoria na qualidade e acesso aos cuidados de saúde, reduzindo desta forma o absentismo e promovendo um aumento da produtividade geral.

Nesta perspetiva, o Seguro de saúde não é um custo, é um investimento que gera retorno para a ANA, SA e para os Trabalhadores um fator de motivação, segurança e confiança na Empresa.

 No dia 31 de julho, foram os Trabalhadores da ANA informados, via comunicar, que a partir do dia 1 de agosto o seguro de saúde iria manter-se assegurado pela MÉDIS.

Posteriormente recebeu a CT inúmeros contactos dos Trabalhadores questionando sobre as novas condições. Ainda antes de qualquer esclarecimento, todos nós percebemos que estávamos perante uma alteração significativa das condições do Seguro de Saúde.

 Compete-nos esclarecer que a CT não foi informada das novas condições da apólice que agora foi apresentada aos Trabalhadores.

Esta renegociação reflete na sua globalidade um aumento que somos forçados a apelidar de brutal, com impacto significativo no bolso dos Trabalhadores, incidindo nomeadamente:

i)                    Redução dos plafons;

ii)                  Aumento da comparticipação para filhos e conjugues.

 Relativamente aos encargos mensais diretos, de cada Trabalhador com o Seguro de Saúde, tanto na comparticipação para o conjugue como para os ascendentes, verifica-se um aumento próximo dos 18% (dezoito), agravado com a redução, simultânea, dos “plafons” e um aumento no pagamento dos vários atos a cargo do Trabalhador.

A CT não se revê nem compreende que a Empresa, face a resultados sistematicamente positivos e extremamente motivadores, adote uma politica de compensação centrada em “prémios selectivos e no plano Castor”, em detrimento de assumir no mínimo os custos desta renegociação do Seguro de saúde.

 Por outro lado, mas ainda no contexto Seguro de saúde, a CT manifestou ainda na vigência do anterior PCA e reiterou agora, a sua preocupação com o Seguro de Saúde pós-aposentação, nomeadamente pelas suas parcas coberturas e, pelo facto, de não criar qualquer condição de vinculação às companhias de seguros, situação delicada, que coloca os Trabalhadores e suas famílias numa posição de enorme fragilidade, na fase das suas vidas, em que será expectável mais vir a necessitar de cuidados de saúde.

Neste âmbito alertámos para a necessidade de estudar uma solução do prolongamento do Seguro de Saúde, envolvendo todos os Trabalhadores na procura da solução mais harmoniosa para todos.


Iremos mostrar junto do CA na próxima reunião a Insatisfação de todos nós.

A Comissão de Trabalhadores

10/09/2017

Informação Nº2_CT 2017


Informação Nº2_CT 2017

 
Pagamento dos Descansos Compensatórios remanescentes

 

Na sequência das comunicações anteriores, relativamente ao processo de Pagamento dos Descansos Compensatórios a CT, na reunião no passado dia 02/02/2017, com o digníssimo CA, o Exmo. Sr. Presidente, mais uma vez, reiterou e confirmou a anterior informação relativa aos Descansos Compensatórios remanescentes. Concretamente, sobre os 10 descansoscompensatórios que deveriam ter sido gozados de acordo com a “decisão 15/04/2016 do CG” e cujo gozo não se efetivou, somos a recordar:

 

·         Todos os Trabalhadores que não gozaram os referidos descansos compensatórios, e caso assim o desejem, poderão vê-los substituídos por remição em dinheiro, solicitando, por escrito, do Trabalhador ao Diretor/Chefe de gabinete. Efetuando, portanto, procedimento idêntico ao adotado anteriormente. 

 



A Comissão de Trabalhadores

07/02/2017

Informação Nº1_CT 2017


Informação Nº1_CT 2017
Avaliação de Desempenho (SAD)

Caros Colegas,

Está já a decorrer o processo de avaliação de acordo com o Sistema Integrado de Desenvolvimento (SID), a CT relembra a importância do mesmo, no impacto direto no desenvolvimento profissional de todos os Trabalhadores.

O atual Acordo de Empresa regula, no Anexo VI, a avaliação de desempenho remetendo no seu ponto 5. para manual próprio disponibilizado na Intranet a todos os Trabalhadores.

 

ACORDO DE EMPRESA

ANEXO VI

Avaliação de Desempenho

1. A avaliação de desempenho é um instrumento de gestão da exclusiva responsabilidade da Empresa, que tem como objetivo atuar sobre o desenvolvimento individual e organizacional, e é enformado pelas seguintes regras gerais:

1.1. É de aplicação a todos os trabalhadores da Empresa;
1.2. Utiliza uma metodologia previamente dada a conhecer aos Sindicatos e aos trabalhadores e pauta-se por princípios de objetividade e transparência;
1.3. As avaliações são produzidas pelo titular do respetivo órgão de estrutura, que para o efeito se fará, obrigatoriamente, assessorar pelos responsáveis funcionais diretos do avaliado;
1.4. O Diretor é responsável pelas avaliações produzidas na respetiva Direção;
1.5. Respeita o direito de cada trabalhador ser informado e participar na definição dos critérios que presidirão à sua avaliação;
1.6. Respeita o direito de cada trabalhador ser informado do resultado da sua avaliação;

2. A avaliação de desempenho, entre outros efeitos, influenciará as condições de desenvolvimento profissional, de acordo com o estipulado no Anexo III(Acordo de Empresa).
3. Do resultado da avaliação de desempenho cabe recurso, no prazo de 30 dias úteis a contar do conhecimento da avaliação pelo trabalhador, para uma Comissão de Avaliação, constituída por um representante da Empresa e um representante do trabalhador, que apreciará a reclamação e emitirá parecer no prazo de 15 dias úteis.
4. O modelo de avaliação de desempenho será revisto quando necessário e dado a conhecer previamente aos Sindicatos.
5. As regras de funcionamento encontram-se em manual próprio. (disponível intranet)

 

Atentos às noticias de elevado desempenho que a nossa empresa alcançou no ano de 2016, a CT acredita que no final desta avaliação, veremos refletidos em cada processo individual o mérito global do universo ANA. Processo que acreditamos será justo, transparente e efetivamente reconhecedor do valor da cada Trabalhador, promovendo a gestão dos seus Recursos Humanos nas suas diferentes vertentes.

A CT encontra-se disponível para todo e qualquer esclarecimento que julguem pertinentes, em qualquer fase do processo.

 

A Comissão de Trabalhadores

2 de fevereiro de 2017

 

Informação Nº3 CT 2016

Pagamento dos Descansos Compensatórios

A CT informou, em comunicados anteriores, da intenção da empresa ressarcir monetariamente todos os Trabalhadores dos descansos compensatórios vencidos, acumulados e não gozados. A forma encontrada teve o nosso aval, ficando o CA/DRH de dar informação a todos os Trabalhadores da forma como a mesma se iria efetivamente processar.

 
Em reunião com o CA, foi referido à CT:


1.      O ponto de situação com o apuramento global do número de dias de folgas por gozar, número de Trabalhadores e estimativa orçamental em causa;

2.      Era do interesse da empresa privilegiar o gozo das folgas de compensação vencidas, acumuladas e não gozadas;

3.      Caso não fosse possível, aos Trabalhadores cujos dias de descanso excedam os 10 dias poderiam ser remidos a dinheiro, a pedido, por escrito, do Trabalhador ao Diretor;

4.      Relativamente ao limite de 10 folgas, foi-nos comunicado que surgiu por solicitação das direções e chefias, para que pudessem ser gozadas de comum acordo, até ao final do ano. 

Face às dúvidas entretanto surgidas sobre a calendarização e processo de implementação, na última reunião a CT foi informada que o processo de pagamento de descansos compensatórios já se encontra nas “mãos” dos Diretores e Chefes de gabinete.

Contudo, à CT continuam a chegar informações que sugerem diferentes interpretações nas diversas Direções sobre a aplicação desta medida. E sobre as discrepâncias já  identificadas, a CT solicitará o devido esclarecimento na próxima reunião com o CA para posterior comunicação aos Trabalhadores.

Não entende a CT a forma como este processo está a ser implementado em algumas unidades, nomeadamente na correcta comunicação ou a falta dela aos Trabalhadores, primeiros interessados no processo, patente na forma dispare como cada unidade está a tratar da situação.


Apelamos a TODOS que exponham os casos que não tenham o tratamento que a CT explanou.

 

A Comissão de Trabalhadores

13/06/2016

 

Blog na Comissão de Trabalhadores da ANA Aeroportos de Portugal

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